O combate as doencas da pobreza (Portuguese)
Introducao (pdf: 393kb)
Philip Stevens
Capitulo 1: AFLUÊNCIA, TECNOLOGIA E ESTADO DA HUMANIDADE (pdf: 1,350kb)
Indur Goklany
Seres humanos estao mais saudaveis e vivendo por mais tempo do que em qualquer outra era da historia humana. Isto devido ao reinforco mutual, envolvimento de forcas do crescimento economico, tecnologico e comercio livre.
Capitulo 2: AMEAÇAS AO SISTEMA DE SAÚDE DA ÁFRICA DO SUL (pdf: 466 kb)
Johan Biermann
A Africa do Sul faz parte desta tendencia global de centralizar e aumentar o controle governamental na area da saude. Recentes reformas no pais falharam ao nao levarem em conta os erros e imperfeicoes de sistemas “socializados” como o NHS Britanico, e enfraquecera’ o sector privado da classe mundial enquanto não melhoram a provisão para os pobres.
Capitulo 3: GOVERNANÇA E CORRUPÇÃO NOS SISTEMAS PÚBLICOS DE SAÚDE (pdf: 1,400 kb)
Maureen Lewis
Este capitulo foi originalmente publicado pelo o Centro Global de Desenvolvimento (CGD), baseado em Washington, D.C, governancia e corrupcao nos sistemas publicos de saude, papel nº 78. Para acessar esta e outras pesquisas CGD visite www.cgdev.org
Doadores e recipientes governamentais tem historicamente respondido as necessidades de fundos nos Sistemas Publico de Saude sem levar em consideracao os efeitos e resultados.
Burocracias e corrupcao em paises menos desenvolvidos fazem com que as verbas doadas nao surtem os efeitos esperados, tornando as metas do Objetivos de Desenvolvimento do Milenio da ONU (MDG) mais dificies de serem atingidas caso as instituicoes envolvidas nao incentivarem a irradicacao da corrupcao.
Capitulo 4: AS DOENÇAS DA POBREZA E O DESEQUILÍBRIO 10/90 (pdf: 783 kb)
Philip Stevens
Ativistas afirmam que R&D (pesquisa e desenvolvimento) no setor farmaceutico global estao mais interessados em desenvolver drogas para o estilo de vida dos mercados ocidentais do que desenvolve-las para combater as doencas da pobreza. Consequentemente, eles reivindicam que os mercados que conduzem R&D estao contribuindo para a crise na saude de paises menos desenvolvidos. Uma analise de dados do WHO/UN mostra que esta presuncao e enganosa, em grande parte porque o perfil das doenças de países menos desenvolvidos se assemelham cada vez mais àquela de seus pares mais ricos. O verdadeiro problema nestes paises sao; distribuicao basica, medicamentos sem patente e mais baratos para aqueles que os necessitam.
Capitulo 5: AUMENTANDO O ACESSO A REMÉDIOS (pdf: 669 kb)
Prof Khalil Ahmed, Franklin Cudjoe, Eustace Davie, Dr John Kilama, Prof Marín Krause, Andrés Mejia, Barun Mitra, Nonoy Oplas, Martín Simonetta, Philip Stevens, Jose Luis Tapia, Margaret Tse, Jasson Urbach
Acesso a medicamentos em paises menos desenvolvidos sao empedidos por uma series de politicas mau geradas incluindo; pobre infraestrutura da Saude Publica, orgaos reguladores que são hostis aos mercados de Saúde e a outros mecanismos deassociação, impostos, tarifas e controle de preÇo em medicamnetos. Propriedade intelectual raramente e obstaculo de acesso a medicamentos. Ao contrario, e um incetivo vital ao desenvolvimento de novas drogas para as doencas da pobreza.
Capitulo 6: MEIOS ECONÔMICOS DE REDUZIR AS DOENÇAS DA POBREZA (pdf: 385 kb)
Prof Khalil Ahmed, Franklin Cudjoe, Eustace Davie, Dr John Kilama, Prof Marín Krause, Andrés Mejia, Barun Mitra, Nonoy Oplas, Martín Simonetta, Philip Stevens, Jose Luis Tapia, Margaret Tse, Jasson Urbach
Muitos programas de doencas global patrocinados pela UN, incluindo malaria e HIV/AIDS, tem fracassado, e estes fracassos tem custado muito. Frequentemente isto e devido ao fato de que os planejadores em Genebra tem muito pouca ideia da realidade que essas pessoas enfrentam, e muitas vezes eles sao pressionados por politica externa e ate da NGO (organisacao nao governamental) a tomarem decisoes estrategicas que nem sempre sao as melhores. Em relacao a HIV/AIDs, programas de tratmento caros e dificeis estao sendo priorizados inves de prevencao. Apesar da falta de infrastrurura de trabalho na area da saude. Sobre a malaria, pressão política leva ao abandono do DDT(tipo de pesticida) para o controle do vetor, apesar do sucesso demonstravel na reducao da frequencia da doenca. Como resultado, programas caros e grandiosos da UN fracassam. Em meio tempo, o activismo político está impedindo a tomada de colheitas geneticamente-modificadas que poderia resolver muitos problemas de saude associados a desnutricao.
Capitulo 7: REMÉDIOS FALSIFICADOS NOS PAÍSES SUBDESENVOLVIDOS: PROBLEMAS E SOLUÇÕES (pdf: 379 kb)
Julian Morris & Philip Stevens
Falsificacao de medicamentos e um problema serio na area de saude em paises menos desenvolvidos, onde a maioria do fornecimento global e manufacturado. Estes manufactores prosperam nos países em que há poucas leis, sistema legal e΄corrompido, e a marca de comércio e outras formas da propriedade intelectual não são respeitados nem são enforçados. Reformas nestas areas e′ imperativo.
Capitulo 8: O VALOR DA VACINAÇÃO (pdf: 489 kb)
David Bloom, David Canning and Mark Weston
Programas de vacinacao foram lideres na erradicacao de doencas preveniveis na infancia em paises ricos. Entretanto, 3 milhoes de pessoas morrem de doencas que sao preveniveis atraves de vacinacao todos os anos em paises menos desenvolvidos. Financiadores nao doam recursos suficiente para estes programas porque eles so conseguem ver os custos dos medicamentos de prevencao, em vez de ver os investimentos de um um ponto de vista mais amplo e economico, onde uma populacao saudavel sera muito mais produtiva e gerara mais beneficios que custos. Como resultado, o numero de doadores que apoiavam os programas de vacinacao reduziou significantemente desde os anos 1970 e 1980 como outros problemas na Saude, tornou-se mais politicamente pressionado.
Capitulo 9: A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE: A HORA DA RECONSTITUIÇÃO (pdf: 101 kb)
Richard Wagner
Uma examinacao no orcamento do WHO/UN para 2006-7 revela que menos da metade do orcamento esta sendo destinado a doencas contagiosas, e que a grande maioria e΄gasta com questoes que sao de pouca importancia para os pobres, tais como; seguranca nas estradas e obesidade. Estas atividades “politicamente corretas” tem mais como objetivo satisfazer as demandas politicas dos financiadores do WHO-predominantemente nos paises ricos- e para assegurar um fluxo estavel de fundos e manter a sua propria burocracia. Entretanto, grande parte deste orcamento e gasto em relacoes publica e burocratica auto-promocao.
REFERENCIAS (pdf: 489 kb)
| Attachment | Size |
|---|---|
| Ch1_goklany.pdf | 1.32 MB |
| Ch2_bierman.pdf | 465.66 KB |
| Ch3_lewis_corruption.pdf | 1.37 MB |
| Ch4_1090_stevens.pdf | 737.79 KB |
| Ch5_increasingaccess.pdf | 668.13 KB |
| Ch6_costeffective.pdf | 384.34 KB |
| Ch7_counterfeit.pdf | 378.49 KB |
| Ch8_vaccination.pdf | 488.9 KB |
| Ch9_Wagner.pdf | 400.7 KB |
| endmatter.pdf | 488.8 KB |
| intro.pdf | 392.3 KB |



