O combate as doencas da pobreza (Portuguese)

Authors: 
Publication date: 
Wednesday, October 1, 2008

Introducao (pdf: 393kb)
Philip Stevens

Capitulo 1: AFLUÊNCIA, TECNOLOGIA E ESTADO DA HUMANIDADE (pdf: 1,350kb)
Indur Goklany
Seres humanos estao mais saudaveis e vivendo por mais tempo do que em qualquer outra era da historia humana. Isto devido ao reinforco mutual, envolvimento de forcas do crescimento economico, tecnologico e comercio livre.

Capitulo 2: AMEAÇAS AO SISTEMA DE SAÚDE DA ÁFRICA DO SUL (pdf: 466 kb)
Johan Biermann
A Africa do Sul faz parte desta tendencia global de centralizar e aumentar o controle governamental na area da saude. Recentes reformas no pais falharam ao nao levarem em conta os erros e imperfeicoes de sistemas “socializados” como o NHS Britanico, e enfraquecera’ o sector privado da classe mundial enquanto não melhoram a provisão para os pobres.

Capitulo 3: GOVERNANÇA E CORRUPÇÃO NOS SISTEMAS PÚBLICOS DE SAÚDE (pdf: 1,400 kb)
Maureen Lewis
Este capitulo foi originalmente publicado pelo o Centro Global de Desenvolvimento (CGD), baseado em Washington, D.C, governancia e corrupcao nos sistemas publicos de saude, papel nº 78. Para acessar esta e outras pesquisas CGD visite www.cgdev.org

Doadores e recipientes governamentais tem historicamente respondido as necessidades de fundos nos Sistemas Publico de Saude sem levar em consideracao os efeitos e resultados.
Burocracias e corrupcao em paises menos desenvolvidos fazem com que as verbas doadas nao surtem os efeitos esperados, tornando as metas do Objetivos de Desenvolvimento do Milenio da ONU (MDG) mais dificies de serem atingidas caso as instituicoes envolvidas nao incentivarem a irradicacao da corrupcao.

Capitulo 4: AS DOENÇAS DA POBREZA E O DESEQUILÍBRIO 10/90 (pdf: 783 kb)
Philip Stevens
Ativistas afirmam que R&D (pesquisa e desenvolvimento) no setor farmaceutico global estao mais interessados em desenvolver drogas para o estilo de vida dos mercados ocidentais do que desenvolve-las para combater as doencas da pobreza. Consequentemente, eles reivindicam que os mercados que conduzem R&D estao contribuindo para a crise na saude de paises menos desenvolvidos. Uma analise de dados do WHO/UN mostra que esta presuncao e enganosa, em grande parte porque o perfil das doenças de países menos desenvolvidos se assemelham cada vez mais àquela de seus pares mais ricos. O verdadeiro problema nestes paises sao; distribuicao basica, medicamentos sem patente e mais baratos para aqueles que os necessitam.

Capitulo 5: AUMENTANDO O ACESSO A REMÉDIOS (pdf: 669 kb)
Prof Khalil Ahmed, Franklin Cudjoe, Eustace Davie, Dr John Kilama, Prof Marín Krause, Andrés Mejia, Barun Mitra, Nonoy Oplas, Martín Simonetta, Philip Stevens, Jose Luis Tapia, Margaret Tse, Jasson Urbach
Acesso a medicamentos em paises menos desenvolvidos sao empedidos por uma series de politicas mau geradas incluindo; pobre infraestrutura da Saude Publica, orgaos reguladores que são hostis aos mercados de Saúde e a outros mecanismos deassociação, impostos, tarifas e controle de preÇo em medicamnetos. Propriedade intelectual raramente e obstaculo de acesso a medicamentos. Ao contrario, e um incetivo vital ao desenvolvimento de novas drogas para as doencas da pobreza.

Capitulo 6: MEIOS ECONÔMICOS DE REDUZIR AS DOENÇAS DA POBREZA (pdf: 385 kb)
Prof Khalil Ahmed, Franklin Cudjoe, Eustace Davie, Dr John Kilama, Prof Marín Krause, Andrés Mejia, Barun Mitra, Nonoy Oplas, Martín Simonetta, Philip Stevens, Jose Luis Tapia, Margaret Tse, Jasson Urbach
Muitos programas de doencas global patrocinados pela UN, incluindo malaria e HIV/AIDS, tem fracassado, e estes fracassos tem custado muito. Frequentemente isto e devido ao fato de que os planejadores em Genebra tem muito pouca ideia da realidade que essas pessoas enfrentam, e muitas vezes eles sao pressionados por politica externa e ate da NGO (organisacao nao governamental) a tomarem decisoes estrategicas que nem sempre sao as melhores. Em relacao a HIV/AIDs, programas de tratmento caros e dificeis estao sendo priorizados inves de prevencao. Apesar da falta de infrastrurura de trabalho na area da saude. Sobre a malaria, pressão política leva ao abandono do DDT(tipo de pesticida) para o controle do vetor, apesar do sucesso demonstravel na reducao da frequencia da doenca. Como resultado, programas caros e grandiosos da UN fracassam. Em meio tempo, o activismo político está impedindo a tomada de colheitas geneticamente-modificadas que poderia resolver muitos problemas de saude associados a desnutricao.

Capitulo 7: REMÉDIOS FALSIFICADOS NOS PAÍSES SUBDESENVOLVIDOS: PROBLEMAS E SOLUÇÕES (pdf: 379 kb)
Julian Morris & Philip Stevens
Falsificacao de medicamentos e um problema serio na area de saude em paises menos desenvolvidos, onde a maioria do fornecimento global e manufacturado. Estes manufactores prosperam nos países em que há poucas leis, sistema legal e΄corrompido, e a marca de comércio e outras formas da propriedade intelectual não são respeitados nem são enforçados. Reformas nestas areas e′ imperativo.

Capitulo 8: O VALOR DA VACINAÇÃO (pdf: 489 kb)
David Bloom, David Canning and Mark Weston
Programas de vacinacao foram lideres na erradicacao de doencas preveniveis na infancia em paises ricos. Entretanto, 3 milhoes de pessoas morrem de doencas que sao preveniveis atraves de vacinacao todos os anos em paises menos desenvolvidos. Financiadores nao doam recursos suficiente para estes programas porque eles so conseguem ver os custos dos medicamentos de prevencao, em vez de ver os investimentos de um um ponto de vista mais amplo e economico, onde uma populacao saudavel sera muito mais produtiva e gerara mais beneficios que custos. Como resultado, o numero de doadores que apoiavam os programas de vacinacao reduziou significantemente desde os anos 1970 e 1980 como outros problemas na Saude, tornou-se mais politicamente pressionado.

Capitulo 9: A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE: A HORA DA RECONSTITUIÇÃO (pdf: 101 kb)
Richard Wagner
Uma examinacao no orcamento do WHO/UN para 2006-7 revela que menos da metade do orcamento esta sendo destinado a doencas contagiosas, e que a grande maioria e΄gasta com questoes que sao de pouca importancia para os pobres, tais como; seguranca nas estradas e obesidade. Estas atividades “politicamente corretas” tem mais como objetivo satisfazer as demandas politicas dos financiadores do WHO-predominantemente nos paises ricos- e para assegurar um fluxo estavel de fundos e manter a sua propria burocracia. Entretanto, grande parte deste orcamento e gasto em relacoes publica e burocratica auto-promocao.

REFERENCIAS (pdf: 489 kb)

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Ch1_goklany.pdf1.32 MB
Ch2_bierman.pdf465.66 KB
Ch3_lewis_corruption.pdf1.37 MB
Ch4_1090_stevens.pdf737.79 KB
Ch5_increasingaccess.pdf668.13 KB
Ch6_costeffective.pdf384.34 KB
Ch7_counterfeit.pdf378.49 KB
Ch8_vaccination.pdf488.9 KB
Ch9_Wagner.pdf400.7 KB
endmatter.pdf488.8 KB
intro.pdf392.3 KB